O sábio que se pós à prova nas necessidades da vida, melhor sabe dar generosamente que receber: tão grande é o tesouro de íntima segurança e independência dos desejos que em si possui.
Dar generosamente antes que receber. Mas algo complicado diante da prática da vida. Na prática diária do "viver", atitudes que reflitam isso não são aceitas, gerando por parte dos "outros" certa agressividade imaginando o que se quer obter em troca. Mesmo que claramente não exista no doar-se uma moeda de trocas.
Persiste, sempre, o oculto que esconde alguma intencionalidade. Fazendo crer que não exista aquele que faça pelo prazer do fazer em si mesmo. Meu caso, onde raras vezes fui bem interpretado nas doações, em quaisquer niveis: relações, trabalho, amizade.
O problema é: dar possui, em si, alguma intenção? A intenção de fazer o bem é uma justificativa para dar? E pode-se dar sem justificativa, ou intenção? Assim, acho que o sábio dá pelo prazer, doa-se, com a justa intencionalidade de fazer o bem...possível.
Intencionalidade é algo que se afasta do epicurismo. Daí se dissolve a questão de justificar. Claro, sim, pode-se dar efeito ao dar pelo prazer e nada mais. Ou, talvez, pelo efeito que a doação ao ser recebida manifeste ao doador... mas sempre algo afastado das intenções e justificativas do ato.
Dar generosamente antes que receber. Mas algo complicado diante da prática da vida. Na prática diária do "viver", atitudes que reflitam isso não são aceitas, gerando por parte dos "outros" certa agressividade imaginando o que se quer obter em troca. Mesmo que claramente não exista no doar-se uma moeda de trocas.
ResponderExcluirPersiste, sempre, o oculto que esconde alguma intencionalidade. Fazendo crer que não exista aquele que faça pelo prazer do fazer em si mesmo. Meu caso, onde raras vezes fui bem interpretado nas doações, em quaisquer niveis: relações, trabalho, amizade.
O problema é: dar possui, em si, alguma intenção? A intenção de fazer o bem é uma justificativa para dar? E pode-se dar sem justificativa, ou intenção? Assim, acho que o sábio dá pelo prazer, doa-se, com a justa intencionalidade de fazer o bem...possível.
ResponderExcluirIntencionalidade é algo que se afasta do epicurismo. Daí se dissolve a questão de justificar. Claro, sim, pode-se dar efeito ao dar pelo prazer e nada mais. Ou, talvez, pelo efeito que a doação ao ser recebida manifeste ao doador... mas sempre algo afastado das intenções e justificativas do ato.
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